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20.3.11

PROVA 13: O DEPOIMENTO DAS TESTEMUNHAS ESPECIAIS DO LIVRO DE MÓRMON

            Joseph Smith foi escolhido por Deus para traduzir o Livro de Mórmon. Por isso apenas ele podia ter acesso as placas de ouro, onde estava o relato antigo. Entretanto, o Senhor permitiu que mais pessoas vissem e tocassem as placas. Isso, também, estava profetizado: 
"Portanto, no dia em que o livro for entregue ao homem de quem falei, o livro será escondido dos olhos do mundo para que ninguém o veja, exceto três testemunhas, além daquele a quem o livro será entregue; e vê-lo-ão pelo poder de Deus; e eles testificarão a veracidade do livro e das coisas que ele contém.
E ninguém mais o verá, senão uns poucos, de acordo com a vontade de Deus, para dar testemunho de suas palavras aos filhos dos homens, pois o Senhor Deus disse que as palavras dos fiéis falariam como se viessem dos mortos.
Portanto o Senhor Deus revelará as palavras do livro e, pela boca de tantas testemunhas quantas achar necessário estabelecerá a sua palavra; e ai do que rejeitar a palavra de Deus!" (2 Néfi 27:12-14)
            Aparentemente Morôni estava instruindo diretamente a Joseph Smith, muitos séculos antes dele aparecer como anjo ressurreto ao jovem, na seguinte escritura:
"E eis que poderás ter o privilégio de mostrar as placas àqueles que irão ajudar a trazer à luz esta obra.
E serão mostradas a três, pelo poder de Deus; portanto eles saberão com certeza que estas coisas são verdadeiras.
E, pela boca de três testemunhas, estas coisas serão estabelecidas; e o testemunho de três e esta obra, na qual será demonstrado o poder de Deus e também a sua palavra, da qual o Pai e o Filho e o Espírito Santo dão testemunho---e tudo isto se levantará como um testemunho contra o mundo no último dia" (Éter 5:2-4).
            Logo nas primeiras páginas do Livro de Mórmon lemos o Depoimento de Três Testemunhas, e depois o Depoimento de Oito Testemunhas. As três primeiras testemunhas são: Oliver Cowdery, David Whitmer e Martin Harris. Os três foram amigos próximos do Profeta na época da tradução. O que leva os céticos a duvidarem que seu testemunho seja autentico. Entretanto deve-se mencionar que os três se afastaram da Igreja e do Profeta nos anos posteriores, mas nunca negaram seu testemunho sobre o Livro de Mórmon. Explicarei mais detalhadamente esses fatos.
"Pouco depois de Joseph Smith ter traduzido os escritos de Néfi que mencionam a necessidade de testemunhas (Ver 2 Néfi 27:12-14; Éter 5), Martin Harris foi de Palmyra a Fayette para perguntar a respeito do andamento da tradução. Martin, Oliver Cowdery e David Whitmer pediram a Joseph que orasse e perguntasse ao Senhor se eles poderiam ser as testemunhas prometidas. Joseph consultou o Senhor e recebeu uma revelação na qual lhes foi dito que se exercessem fé e o fizessem “de todo o coração” teriam o privilégio de ver as placas sagradas, o peitoral, a espada de Labão, o Urim e o Tumim usados pelo irmão de Jarede e a Liahona — “os guias milagrosos que foram dados a Leí enquanto estava no deserto” (D&C 17:1). O Senhor declarou: “É por vossa fé que os vereis, sim, por aquela fé que possuíam os profetas da antigüidade”. (D&C 17:2) O Senhor também lhes disse que depois de verem esses objetos, teriam o dever de prestar testemunho dessas coisas ao mundo.
Assim que terminou a tradução, Joseph Smith enviou uma mensagem a seus pais em Manchester, pedindo-lhes que fossem até a casa da família Whitmer, em Fayette. Quando chegaram, acompanhados de Martin Harris, passaram uma noite agradável lendo o manuscrito. Na manhã seguinte, as futuras testemunhas e outras pessoas que estavam hospedadas com a família Whitmer reuniram-se para realizar os costumeiros serviços de adoração matinais, ler as escrituras, cantar hinos e orar. Lucy escreveu: “Joseph ergueu-se e aproximou-se de Martin Harris, com uma solenidade que ainda hoje me faz gelar o sangue nas veias; nessa ocasião, pelo que me lembro, ele disse: ‘Martin Harris, você deve humilhar-se perante Deus neste dia, para que receba o perdão de seus pecados. Se assim o fizer, é a vontade do Senhor que veja as placas, em companhia de Oliver Cowdery e David Whitmer’”.
Depois disso, os quatro homens retiraram-se para o bosque e procuraram receber a revelação prometida. Depois de duas tentativas frustradas, porém, Martin Harris sentiu que sua presença era a causa do fracasso em receber uma resposta. Afastou-se até certa distância do grupo e começou a orar sozinho. Os outros três nem bem haviam retomado suas orações, quando Morôni lhes apareceu com as placas nas mãos. Joseph relata: “Ele virou as folhas uma por uma, de modo que pudéssemos vê-las e distinguir os caracteres nelas gravados (...) Ouvimos uma voz proveniente da luz brilhante acima de nós, dizendo: ‘Estas placas foram reveladas e traduzidas pelo poder de Deus. Sua tradução está correta, e ordeno-vos que testemunheis o que agora vistes e ouvistes.’ Deixei David e Oliver sozinhos e fui procurar Martin Harris. Encontrei-o
orando fervorosamente, a uma distância considerável de onde estávamos. Disse-me, entretanto, que ainda não havia recebido uma resposta do Senhor e pediu-me encarecidamente que orasse com ele, para que também alcançasse as mesmas bênçãos que acabáramos de receber.
Assim fizemos e por fim alcançamos nosso objetivo, pois antes de terminarmos a oração, a mesma visão abriu-se a nossos olhos, pelo menos para mim, e vi e ouvi as mesmas coisas; nesse instante, Martin Harris exclamou em alta voz, aparentemente em êxtase: ‘É o bastante; é o bastante; meus olhos viram; meus olhos viram’.
Quando Joseph voltou para a casa da família Whitmer, falou aos pais do alívio que sentira pelo fato de outras pessoas terem visto o anjo e as placas e por saber que essas pessoas dali por diante teriam o dever de prestar testemunho dessas coisas. Joseph disse: “Agora eles sabem por si mesmos que não estou enganando as pessoas. Sinto como se uma carga quase insuportável tivesse sido tirada de meus ombros. Minha alma está extremamente feliz, pois não estou mais sozinho no mundo”.  As três Testemunhas prestaram o seguinte depoimento de sua experiência: “(...) Nós, pela graça de Deus, o Pai, e de nosso Senhor Jesus Cristo, vimos as placas que contêm este registro (...). E sabemos também que foram traduzidas pelo dom e poder de Deus, porque assim nos foi declarado por sua voz; sabemos, portanto, com certeza, que a obra é verdadeira”.
Testificaram também que o anjo lhes mostrara os caracteres gravados nas placas. Seu testemunho foi incluído em todas as edições do Livro de Mórmon desde aquela época. Poucos dias depois, oito homens fiéis que apoiaram o Profeta durante a tradução foram escolhidos para serem testemunhas e verem as placas. Foram eles: o pai de Joseph Smith, Joseph Smith Sênior; os irmãos de Joseph, Hyrum e Samuel; quatro dos irmãos Whitmer, Christian, Jacob, Peter e John; e um cunhado dos Whitmer, Hiram Page. Joseph recebeu a permissão de mostrar-lhes as placas num local próximo da residência da família Smith, em Manchester, onde Joseph estava para fazer os acertos necessários para a publicação do livro. As Oito Testemunhas testificaram que manusearam e seguraram as placas e viram os caracteres gravados nas folhas. Seu testemunho também está incluído em todas as edições publicadas do Livro de Mórmon. Desse modo, de acordo com a lei divina das testemunhas, a veracidade do Livro de Mórmon foi mais uma vez confirmada e os habitantes da Terra serão considerados responsáveis pelas coisas nele contidas.
Todas as onze testemunhas especiais das placas do Livro de Mórmon serviram em importantes chamados eclesiásticos na Igreja restaurada. Cinco deles — Christian Whitmer, Peter Whitmer Jr. e os três da família Smith — serviram ativamente na Igreja até o dia de sua morte. Todas as Três Testemunhas — Martin Harris, Oliver Cowdery e David Whitmer — acabaram afastando-se da Igreja. John e Jacob Whitmer e Hiram Page, das Oito Testemunhas, também abandonaram a fé. Nenhum desses seis
homens, contudo, jamais negou seu testemunho, apesar de terem tido muitas oportunidades para fazê-lo. Todos confirmavam firmemente a veracidade de seu testemunho, sempre que isso lhes era perguntado. Oliver Cowdery e Martin Harris mais tarde voltaram para a Igreja e permaneceram ativos até o dia de sua morte." ("Testemunhas do Livro de Mórmon" História da Igreja na Plenitude dos Tempos, pg. 59-61)
            O élder Dallin H. Oaks disse sobre as três testemunhas:
"As pessoas que não aceitam a possibilidade de existirem seres sobrenaturais rejeitam esse extraordinário testemunho, mas aqueles que são abertos para acreditar em experiências miraculosas acham-no persuasivo. O solene depoimento de três testemunhas, dado por escrito, a respeito do que viram e ouviram (duas delas simultaneamente, e a terceira quase imediatamente depois) merece séria consideração. Na verdade, muitas pessoas religiosas atestaram grandes milagres e os aceitaram tendo como base o depoimento de uma testemunha e, no mundo secular, o depoimento de uma testemunha é suficiente para que haja severos julgamentos e penalidades. As pessoas experientes em avaliar testemunhos normalmente levam em consideração a oportunidade que as testemunhas tiveram de observar um acontecimento e a possibilidade de estarem sendo parciais. Quando testemunhas diferentes prestam testemunho idêntico sobre um mesmo acontecimento, os céticos procuram provas de que elas estejam envolvidas em um conluio ou procuram outras testemunhas que as contradigam.
A despeito de todas essas possíveis objeções, o depoimento das três testemunhas do Livro de Mórmon representa uma grande força. Aqueles três homens tiveram todos os motivos e oportunidades de renunciar a seu testemunho se fosse falso, de equivocarem-se nos detalhes se algum deles não fosse muito preciso. É fato conhecido que, devido a desentendimentos e à inveja envolvendo outros líderes da Igreja, os três foram excomungados de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias cerca de oito anos depois da publicação de seu depoimento. Cada um seguiu seu caminho, sem nenhum interesse comum de manter um conluio. No final da vida, contudo, (sendo que viveram de doze a cinqüenta anos depois da excomunhão) nenhuma dessas testemunhas negou o depoimento que foi publicado ou disse qualquer coisa que desse margem a alguma dúvida em relação à sua veracidade.
Além disso, o testemunho delas não foi contestado por nenhuma outra testemunha. Podemos até rejeitá-lo, mas como explicar que três homens de bom caráter sustentassem juntos esse depoimento impresso até o fim da vida, enfrentando o ridículo e outros problemas pessoais? Como acontece com o próprio Livro de Mórmon, não há melhor explicação do que o próprio testemunho, a solene declaração de homens bons e honestos que contaram o que viram.
Interesso-me particularmente por Martin Harris (...)
Quando o Livro de Mórmon foi publicado, Martin Harris tinha quase 47 anos de idade e era mais de vinte anos mais velho do que Joseph Smith e as outras duas testemunhas. Era um homem próspero e respeitado na cidade de Palmyra, Nova York. Possuía uma fazenda de mais de 240 acres, grande para a época e o lugar. Era um honrado veterano de duas batalhas da Guerra de 1812. Seus concidadãos confiaram-lhe muitos cargos eletivos e responsabilidades da comunidade. Era amplamente respeitado por seu trabalho e integridade. Segundo seus contemporâneos, era "um fazendeiro diligente e trabalhador, sagaz ao tomar decisões nos negócios, frugal em seus hábitos" e "estritamente correto nos negócios". (Citado em Richard Lloyd Anderson, Investigating the Book of Mormon Witnesses, 1981, pp. 9697, 98.)
As três testemunhas decaíram, cada uma a seu modo e perderam a posição de grande influência e autoridade que tinham. Durante o ano de 1837, houve sérios conflitos espirituais e financeiros em Kirtland, Ohio. Martin Harris disse, mais tarde, que "perdera a confiança em Joseph Smith" e que "sua mente ficara obscurecida". (Citado em Anderson, Investigating the Book of Mormon Witnesses, p. 110.) Ele foi desobrigado do sumo conselho em setembro de 1837 e, três meses depois, foi excomungado.
Quando a maioria dos santos mudou-se (de Missouri para Nauvoo, e para o Oeste) Martin Harris permaneceu em Kirtland. Lá, foi rebatizado em 1842, por um missionário que visitava a cidade. Em 1856, Carolyn e seus quatro filhos empreenderam a longa viagem para Utah, porém Martin, na época com 73 anos, permaneceu em sua propriedade em Kirtland. Em 1860, disse a um recenseador que era um "pastor mórmon", uma evidência de sua contínua lealdade ao evangelho restaurado. Mais tarde, disse a um visitante: "Eu nunca realmente abandonei a Igreja; foi a Igreja que me abandonou", significando, é claro, que Brigham Young conduziu a Igreja para o Oeste, e o velho Martin ficou em Kirtland. (Citado em William H. Homer Jr., "Publish It Upon the Mountains: The Story of Martin Harris", Improvement Era, julho de 1955, p.
505.)
Durante parte dos últimos anos que passou em Kirtland, Martin Harris encarregou-se de cuidar do templo, de que tanto gostava e que estava abandonado, fazia também o papel de guia. Alguns visitantes contaram que ele se isolara dos líderes da Igreja em Utah, mas que reafirmava ardorosamente seu testemunho, que fora publicado no Livro de Mórmon. Finalmente, em 1870, o desejo de Martin de reunir-se à família em Utah resultou num caloroso convite de Brigham Young, uma passagem para sua viagem e a companhia oficial de um dos presidentes dos Setenta. Um repórter de Utah que entrevistou esse homem de 87 anos descreveu-o como "extraordinariamente vigoroso para a idade (...) e de excelente memória". (Deseret News, 31 de agosto de 1870) Ele foi rebatizado, uma prática comum naquela época, e falou duas vezes para congregações neste Tabernáculo. Não possuímos nenhum relato oficial do que ele disse, mas temos certeza de sua mensagem principal já que mais de 35 pessoas deixaram relatos semelhantes sobre o que ele dissera naquele período. Uma pessoa relatou que Martin disse o seguinte:
"Não é meramente uma questão de crença, trata-se de conhecimento. Eu vi as placas e as inscrições que elas continham. Eu vi o anjo, e ele mostrou-as a mim." (Citado em Anderson, Investigating the Book of Mormon Witnesses, p.116.)
Quando reinterou seu testemunho do Livro de Mórmon nos últimos dias de sua vida, Martin Harris declarou: "Falo a vocês dessas coisas para que possam contar aos outros que o que eu disse é verdade e não ouso negar; ouvi a voz de Deus, ordenando-me que testificasse esse fato." (Citado em Anderson, Investigating the Book of Mormon Witnesses, p.118.)" ("A Testemunha: Martin Harris", Conferência Geral, Abril de 1999).
            O presidente James E. Faust falou sobre David Whitmer ao compartilhar a seguinte experiência:
"Certo domingo, o irmão James H. Moyle contou-nos uma experiência muito marcante. Quando jovem, ele foi para a Universidade de Michigan estudar direito. Ao terminar o curso, seu pai lhe disse que David Whitmer, uma das testemunhas do Livro de Mórmon, ainda estava vivo. O pai sugeriu que o filho aproveitasse para conversar com David Whitmer, face a face, em sua viagem de volta para Salt Lake City. O propósito do irmão Moyle era perguntar a David Whitmer algo a respeito de seu testemunho sobre as placas de ouro e o Livro de Mórmon.
Durante a conversa que teve com David Whitmer, o irmão Moyle perguntou: "O senhor é um homem idoso, e eu sou jovem. Estive estudando a respeito das testemunhas e seu depoimento. Peço que me conte a verdade a respeito de seu depoimento como uma das testemunhas do Livro de Mórmon". David Whitmer disse ao rapaz: "Sim, eu segurei as placas de ouro em minhas mãos, e elas nos foram mostradas por um anjo. Meu testemunho a respeito do Livro de Mórmon é verdadeiro". David Whitmer não era mais membro da Igreja, mas jamais negou seu testemunho da visita do anjo, de ter segurado as placas ou da veracidade do Livro de Mórmon. Ao ouvir pessoalmente essa notável experiência, diretamente dos lábios do irmão Moyle, meu crescente testemunho foi fortalecido de modo vigoroso e confirmador. Depois de ouvir esse testemunho, senti que tinha uma grande responsabilidade sobre os ombros." ("Um Testemunho Crescente", Conferência Geral, outubro de 2000; A Liahona, Janeiro de 2001, pg. 69).
            O presidente Henry B. Eyring, na época membro do Quorum dos Doze disse:
"As Três Testemunhas jamais negaram seu testemunho sobre o Livro de Mórmon. Não podiam fazê-lo, porque sabiam que era verdadeiro. Fizeram sacrifícios e enfrentaram
dificuldades muito maiores do que a maioria das pessoas tem conhecimento. Oliver Cowdery prestou esse mesmo testemunho da origem divina do Livro de Mórmon, em seu leito de morte. Mas nos momentos de provação, eles vacilaram em sua crença de que Joseph ainda era o profeta de Deus e de que a única maneira de achegarem-se ao
Salvador era por meio de Sua Igreja restaurada. O fato de terem continuado a afirmar aquilo que tinham visto e ouvido naquela maravilhosa experiência, durante seu longo
período de afastamento da Igreja e de Joseph, torna seu testemunho ainda mais vigoroso." ("Um Testemunho Duradouro da Missão do Profeta Joseph", A Liahona, Novembro de 2003, pg. 90)
            As Testemunhas do Livro de Mórmon eram homens dos mais variados: alguns eram homens de avançada idade (como Joseph Smith Sênior, de 57 anos), outros eram jovens (como Peter Whitmer Junior, de 19 anos); tinham as mais variadas profissões (por exemplo: Hiram Page era médico, Hyrum Smith, fazendeiro e Oliver Cowdery, professor); alguns eram parentes e outros não. O que os qualificou para receber um testemunho especial, todavia, foi a fé e obediência aos mandamentos de Deus. Seu depoimento torna-se uma grande pedra de tropeço para os que não querem acreditar no Livro de Mórmon.

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